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Des(a)venturas com a Gina - os invólucros intocáveis

por baía azul, em 27.08.13
Ela bem limpa e arruma. Até pede panos limpos, novos detergentes, tudo a que tem direito.
Eu compro, eu só a quero ver feliz... E a mim também!
Troca-me as coisas dos sítios, por muito que eu insista que os cremes são de um lado e a bijuteria do outro.
Uma ou outra peça tem lugar cativo nesta cómoda, tudo o resto vai sirandando consoante o tortuoso sentido de estética da Gina.
Mas é curioso que alguém que tanto limpe e que, por acaso, também mova as coisas, portanto toca-as, sente-as e consegue ter noção do que são, ainda que não saiba para que servem, não perceba, ou não arrisque perceber que qualquer um desses "acessórios" é dispensável directamente para o lixo.
Na cómoda vermelha, entre caixinhas de brincos, pulseiras penduradas em espelhos, fios em espelhos pendurados, estojos de maquilhagem e outros acessórios, ficam de vez a vez invólucros perdidos.
Lâminas de comprimidos vazias, pacotes de Eno para a famosa asia fulminante nas madrugadas, discos de algodão usados para limpeza de rosto. Tudo objectos que a mim parecem dispensáveis, sendo eles próprios a razão pela qual uma Gina é necessária.
Mas certo é que para a Gina eles são acessórios, detalhes úteis nem que seja para decoração e são também a prova de que encontro tudo tal como deixo.
Não tinha antes parado para pensar neste processo de levantar um disco de algodão, limpar a pequena circunferência e voltar a pousar o disco. Não tinha nunca colocado a hipótese de inspeccionar o serviço e identificar durante meses a fio este handicap, por vezes ultrapassado por mero acaso.
Similar só o levantar o tapete e varrer o lixo para debaixo. Sorte que não tenho tapetes nesta casa.

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